Blog do Nel

I'm only half a body without your embrace.

Freshlyground promete fazer todo mundo dançar no Mundial ao lado de Shakira



A fórmula é simples: misture um pouco de pop, rock, jazz com batuques bem africanos, acrescente grande variedade de instrumentos e sete integrantes talentosos. O resultado é a banda sul-africana Freshlyground, sucesso de público e crítica na África do Sul. O grupo agora quer seduzir o mundo com sua levada dançante. E a Copa será um grande impulso para isso.

Mês passado, eles foram convidados pela Sony para participar com a cantora colombiana Shakira da música oficial do Mundial, "Waka Waka (This Time For Africa)". A música é uma adaptação de uma canção camaronesa que fez bastante sucesso na África nos anos 80.

"O produtor da Shakira estava atrás de um toque afro para a música e ao ouvirem nosso trabalho, adoraram" conta o baterista Peter Cohen.

Antes mesmo do convite para a música, o grupo já havia sido confirmado para os shows de abertura e encerramento da Copa, onde dividirão o palco com diversos cantores internacionais, entre eles a própria Shakira. Os compromissos com o Mundial dividem espaço na agenda com as turnês nacionais e internacionais do quarto CD "Radio Africa".

"É um show atrás do outro. Por que você acha que estamos com essa fisionomia arrasada?" brinca a vocalista Zolani Mahola deitada no chão da pousada onde o grupo estava hospedado em Joanesburgo.

A formação do Freshlyground é heterogênea. Há brancos, negros, mestiços e dois estrangeiros (um moçambicano e um zimbabuano). Num país que saiu do apartheid há menos de 20 anos, eles chamam atenção por serem uma das raras bandas multirraciais da África do Sul.

Para Zolani, o segredo para o sucesso vem justamente deste caldeirão de influências culturais e regionais.

"Nossas músicas são uma mistura daquilo que crescemos ouvindo e dançando. Elas representam a riqueza de sons e talentos da África. As letras alternam algumas das onze línguas oficiais do país e ainda há trechos em português. Pessoas de todas as etnias acabam se identificando" explica a vocalista.

Mas tanta variedade também já gerou críticas e a banda chegou a ser acusada de usar o rótulo multirracial como uma jogada de marketing.

"Não ligamos para isso, afinal somos apenas o reflexo do país onde vivemos. Um dia não haverá mais esta história de brancos e negros, seremos todos mulatos, como no Brasil" brinca o guitarrista Josh Hawks.

Apesar da referência ao Brasil, o Freshlyground nunca esteve no país e reclama da falta de convites para tocar na América Latina. Da mesma forma, não é fácil ver cantores ou grupos brasileiros fazerem sucesso na África do Sul.

"Temos muitas coisas em comum, mas a troca entre os dois países ainda é pequena. Cresci ouvindo Sérgio Mendes e conheço um pouquinho de forró, porque tive um amigo brasileiro. Mas sei que sou uma exceção", ressalta Cohen.

No entanto, o baterista afirma que a banda gostaria de "reparar o erro, caso receba uma ajudinha".

"Estamos esperando um convite. Seria um prazer enorme tocar no Brasil. Acho que faremos sucesso, não acha?."

Fonte: G1

Uma banda bem simpática! Quero ver todo mundo dançando "Waka Waka"! [\o/]

Abaixo um clipe da banda que eu gostei muito e que passa uma mensagem linda chamado "Pot Belly":


0 Comentários:

Postar um comentário

Olá! Como vai? Aqui é o Nel.

Eu gosto de conhecer meus leitores, então se você não tiver perfil em alguma conta abaixo , por favor, escolha a opção "Nome/URL". E em "URL" você pode colocar o link do seu perfil no Twitter, por exemplo.

Obrigado por comentar! Volte sempre.