Blog do Nel

I'm only half a body without your embrace.

A Conferência do Clima



Cento e noventa e três países vão se reunir para debater as políticas que podem tornar o planeta mais habitável. A Conferência do Clima começa na segunda-feira (7), em Copenhague, na Dinamarca. Apesar do desafio, pequenas ações no dia-a-dia podem fazer a diferença.

Um pequeno passo para o pedestre e um salto e tanto para o planeta. Todos os dias, pelo menos 1,8 milhão de paulistanos vão a pé até o metrô, deixam o carro em casa e a poluição na garagem.

Este ano, consumidores recusaram 87 milhões de sacolinhas plásticas só na maior rede de supermercados do país. Botaram a mão no bolso para comprar sacolas reutilizáveis, mas tiraram do meio ambiente um vilão que leva 300 anos para desaparecer.

Nunca houve tanto empresário preocupado com a natureza. Uma fábrica de móveis trocou telhas e pintou o forro. A luz natural reduziu o consumo de energia e o prejuízo ambiental.

“O retorno, às vezes, não está no imediato financeiro e sim no investimento, por entender uma filosofia e acreditar nela”, explica o empresário Fernando Bottura.

Qualquer empresa ou pessoa que já tenha tentado viver e trabalhar de maneira ecologicamente mais responsável já percebeu: costuma custar mais caro, dá mais trabalho, e levar tempo para mostrar resultados. Mas a maior parte dos cientistas está de acordo em que é preciso mudar o jeito que tratamos o nosso planeta para continuar vivendo nele. Não basta fazer essas mudanças só do ponto de vista individual somente. É preciso envolver comunidade, países, nações, e é exatamente isso que começa a ser discutido agora em Copenhague.

Na capital da Dinamarca, 193 países vão estar representados. Vão negociar o que cada um vai fazer para diminuir o risco de um desastre no clima do planeta. A última tentativa foi em 1997, na Conferência de Kyoto, Japão.

Apenas 37 países aceitaram estabelecer metas para reduzir a própria poluição. Gigantes como Estados Unidos, Rússia e China ficaram de fora. Não funcionou. Copenhague pode ser a última chance, diz o cientista da USP Paulo Artaxo.

“O que nós estamos regulando agora é o tamanho do dano. As mudanças climáticas já estão aqui, elas vieram para ficar e certamente vão ter impacto grande na sociedade ao longo dos próximos 100, 200, 300 anos”, explica.

Fonte: G1

Blog do Nel

0 Comentários:

Postar um comentário

Olá! Como vai? Aqui é o Nel.

Eu gosto de conhecer meus leitores, então se você não tiver perfil em alguma conta abaixo , por favor, escolha a opção "Nome/URL". E em "URL" você pode colocar o link do seu perfil no Twitter, por exemplo.

Obrigado por comentar! Volte sempre.